“E não nos induzas à tentação”. Mateus 6:13a 

A oração do “Pai Nosso”, ensinada por Jesus Cristo, inclui um pedido a Deus para que proteja Seus fiéis da tentação e do mal. De fato, o pecado está presente diariamente diante de nossos olhos e, sem a proteção divina, ele pode ocupar também nossos pensamentos.

O apóstolo Tiago (1:14-15) faz uma distinção entre ser tentado e ceder ao pecado, esclarecendo que a tentação não é, por si só, pecado, mas um convite para pecar. Há diferentes estágios entre o momento da tentação e a concretização do ato pecaminoso. O pecado pode se manifestar de diversas maneiras e, para os relativistas, certas práticas como prostituição, jogo, roubo e aborto podem não ser consideradas pecaminosas. No entanto, a Bíblia afirma claramente que “o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna” (Romanos 6:23).

Independentemente de sua forma, o pecado entristece o coração de Deus e aflige Seu Espírito. Contudo, a restauração do relacionamento com Deus é possível quando há um retorno sincero a Ele. O arrependimento, a conversão, a reflexão sobre a morte e o julgamento, a busca pelo céu, a oração constante, o afastamento de situações tentadoras e uma vida espiritual ativa são passos essenciais para resistir ao pecado sem ceder à tentação.

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra”. 2 Crônicas 7:14

Tom Claro